Governança de IA
Guardrails
Os guardrails definem o que a IA não deve fazer: vazar dado sensível, prometer resultado absoluto, dar parecer jurídico ou de saúde, responder ao cliente sem revisão ou executar ação crítica sozinha. Cada um é explícito e auditável — quando acionado, pode bloquear o output, exigir revisão humana e gerar evidência. O guardrail reduz risco; não o elimina.
- Regras explícitas e auditáveis
- Guardrail acionado bloqueia ou exige revisão
- Reduz risco — não o elimina
Bloquear dado sensível no output
Output com dado sensível (saúde, documento, cartão, senha) é bloqueado e exige revisão humana antes de qualquer uso.
Bloquear prompt injection
Tentativa de sobrescrever instruções / vazar prompt do sistema é bloqueada e registrada.
Minimizar dado pessoal no input
Dado pessoal no input deve ser minimizado/redigido. Sinaliza para reduzir o que é enviado ao provedor.
Não decidir crédito/finanças
Decisão de crédito, investimento ou financeira sensível exige revisão humana. A IA é apoio à decisão.
Não emitir diagnóstico de saúde
Diagnóstico, prescrição ou promessa de cura é bloqueado. Não substitui avaliação profissional de saúde.
Não emitir parecer jurídico conclusivo
A IA apoia, não substitui revisão profissional. Conclusão jurídica definitiva exige revisão humana (Jurídico).
Não fazer promessa absoluta
Promessa de resultado garantido / 'sem risco' / '100%' é sinalizada e revisada antes de ir ao cliente.
Resposta a cliente sensível exige revisão
Output voltado ao cliente em contexto sensível não vai sem revisão humana. Uso governado, não automático.
Sem ação crítica automática
A IA não executa ação irreversível ou decisão crítica (exclusão, jurídica, financeira, trabalhista) sem revisão humana.
Sem conteúdo discriminatório
Conteúdo discriminatório ou decisão por característica protegida é sinalizado e revisado.
O TrustOps apoia a governança, o controle e a rastreabilidade do uso de IA. Não garante conformidade jurídica ou regulatória — decisões devem ser revisadas por profissionais responsáveis.